Análise dos cenários Econômicos
Nacional
No Brasil, os dados recentes indicaram uma atividade econômica mais fraca do que o esperado, refletindo um ambiente ainda desafiador para o crescimento. Em relação à inflação, o último resultado apresentou surpresa de alta, porém concentrada em componentes mais voláteis, com impacto limitado sobre a tendência de médio prazo. Nesse contexto, o Banco Central tem adotado uma postura cautelosa na condução da política monetária, mantendo a sinalização de que o ciclo de redução da taxa de juros poderá se iniciar de forma gradual nos próximos meses. No campo político, as pesquisas eleitorais mais recentes indicam maior equilíbrio na disputa presidencial, adicionando incerteza ao cenário e mantendo os investidores atentos à evolução das expectativas de inflação, às discussões fiscais e ao ritmo de desaceleração da atividade. Apesar desse ambiente, o mercado acionário brasileiro apresentou desempenho positivo no mês, com o Ibovespa registrando valorização de 4,09%. O movimento foi puxado principalmente por empresas mais sensíveis ao ciclo econômico, refletindo a expectativa de melhora nas condições financeiras à frente.
Internacional
No cenário internacional, fevereiro foi marcado pela resiliência da economia norte-americana, com dados sólidos de atividade, mercado de trabalho ainda robusto e inflação persistente, o que levou o Federal Reserve a adotar um tom mais cauteloso, sinalizando menor urgência para o início do ciclo de cortes de juros. Apesar desse pano de fundo, fatores microeconômicos ganharam relevância, especialmente a reprecificação de ativos ligados ao setor de tecnologia diante do avanço das discussões sobre inteligência artificial, contribuindo para o fechamento das taxas de juros americanas e favorecendo ativos de risco fora dos Estados Unidos. Na Europa, a inflação segue próxima da meta, enquanto a atividade econômica apresenta crescimento próximo ao potencial, reforçando um cenário de estabilidade. Já na China, persistem fragilidades no setor imobiliário, ainda que parcialmente compensadas pela resiliência do setor externo, mantendo o equilíbrio entre riscos e suportes à atividade.
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A Filosofia de Investimentos da Fundação Copel está fundamentada em pilares como horizonte de longo prazo, diversificação, foco na alocação estratégica, gestão ativa e gestão baseada na visão do portfólio total. Esses princípios norteiam a construção dos portfólios dos seis planos administrados pela entidade, de diferentes modalidades e características, necessidades e objetivos de risco e retorno específicos.
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(Data base: 02/2026)
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O Selo Autorregulação Governança de Investimentos da Abrapp reconhece entidades de previdência complementar que adotam práticas de governança sólidas em seus investimentos, garantindo transparência e eficácia na gestão dos recursos dos participantes.
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