Análise dos cenários Econômicos
Nacional
No Brasil, a inflação trouxe uma surpresa positiva, com o IPCA vindo abaixo do esperado, puxado pelos preços de alimentação. Somado a indicadores de atividade mais fracos, esse cenário levou o mercado a projetar mais um corte da Selic ainda em 2026. A bolsa brasileira foi um dos destaques positivos do mês, com o Ibovespa avançando 3,5%. A alta do petróleo beneficiou empresas de distribuição de combustíveis e do setor de óleo e gás. Na direção oposta, as construtoras voltadas à baixa renda tiveram o pior desempenho. As empresas do setor divulgaram resultados do segundo trimestre um pouco abaixo do esperado, com menos imóveis colocados à venda e receio de que a Caixa Econômica Federal, principal banco de financiamento imobiliário do país, esteja mais rígida na concessão de crédito. Outro fator negativo foi a preocupação de que a alta do petróleo pressione a inflação, o que afeta diretamente esse segmento.
Internacional
Julho foi marcado pela volta das tensões no Oriente Médio. Estados Unidos e Irã retomaram os ataques e o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz, importante rota de petróleo, foi novamente restringido. Com isso, o preço do petróleo subiu cerca de 21% no mês. Outro destaque foi a correção nas ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial, que recuaram após meses de forte alta, pressionadas pela maior concorrência chinesa e pela cautela dos investidores. Nos Estados Unidos, a economia seguiu resiliente, com atividade firme e inflação um pouco abaixo do esperado. O Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada, mas a comunicação de seu novo presidente, Kevin Warsh, foi vista pelo mercado como mais branda e pouco clara sobre os próximos passos. Na Zona do Euro, a atividade seguiu resiliente e o banco central manteve os juros estáveis. Na China, os dados do segundo trimestre vieram abaixo do esperado, sem novos estímulos relevantes por parte do governo.
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Comentários do gestor
A Filosofia de Investimentos da Fundação Copel está fundamentada em pilares como horizonte de longo prazo, diversificação, foco na alocação estratégica, gestão ativa e gestão baseada na visão do portfólio total. Esses princípios norteiam a construção dos portfólios dos seis planos administrados pela entidade, de diferentes modalidades e características, necessidades e objetivos de risco e retorno específicos.
Ativos de investimentos
que administramos
(Data base: 06/2026)
Patrimônio de ativos de investimentos da Fundação Copel
Inclui Plano de Gestão Administrativa, Plano Pecúlio e Prosaúde II e III
Selo Autorregulação Governança de Investimentos
O Selo Autorregulação Governança de Investimentos da Abrapp reconhece entidades de previdência complementar que adotam práticas de governança sólidas em seus investimentos, garantindo transparência e eficácia na gestão dos recursos dos participantes.
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