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setembro - 2026

Análise dos cenários Econômicos

Nacional

Nacional

 

No Brasil, setembro foi marcado pelo agravamento da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), após a divulgação de novas mensagens que aprofundaram as suspeitas em torno do ministro Alexandre de Moraes e do banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio pesou mais sobre a imagem do governo do que sobre a oposição, e as pesquisas eleitorais ao longo do mês mostraram um acirramento na disputa presidencial. O governo acelerou medidas com impacto nas contas públicas: cortou impostos e aumentou subsídios para conter a alta dos combustíveis, reajustou o Bolsa Família (com custo anual estimado em R$ 24 bilhões) e lançou um novo programa de renegociação de dívidas, o Desenrola, de cerca de R$ 15 bilhões. O Banco Central, pelo Copom, cortou a Selic em 0,25 ponto percentual e manteve a porta aberta para novos cortes. Houve deflação no mês de agosto, mas a prévia de setembro surpreendeu para cima. Do lado da atividade, o consumo das famílias cresceu menos que o esperado no período de abril a junho, parcialmente compensado por investimentos mais fortes, e os indicadores mensais seguiram mostrando um crescimento moderado da economia. Na bolsa, o mês foi de alta, 5,03% do índice Ibovespa, puxada pela volta de investidores estrangeiros, pela valorização das commodities (como minério de ferro e petróleo) e pela percepção sobre o cenário eleitoral.

Internacional

Internacional

 

Em setembro de 2026, o Federal Reserve (Fed) e o Banco Central Europeu (ECB) subiram seus juros básicos e sinalizaram uma possível continuidade do movimento de aperto da política monetária, diante de uma inflação que segue resistente. Nos Estados Unidos, a atividade econômica seguiu forte, embora a criação de empregos tenha desacelerado um pouco. O Fed subiu os juros em 0,25 ponto percentual e passou a sinalizar mais uma alta até o fim do ano, além de sinalizar uma baixa probabilidade de cortar os juros em 2027. Essa postura mais dura fez os juros de longo prazo nos EUA subirem bastante, chegando a níveis não vistos desde a crise financeira de 2008. Na Europa, a economia também mostrou força, e o Banco Central Europeu subiu os juros, como esperado, indicando novas altas à frente. Na França, dúvidas sobre a aprovação do orçamento do governo voltaram a pressionar os juros do país, que chegaram ao maior nível desde 2002. Na China, os dados vieram mistos: a indústria foi bem, puxada pela demanda externa e por tecnologia, mas o consumo interno e os investimentos seguiram fracos, sem sinais de que o governo vá anunciar estímulos mais fortes por enquanto. No campo geopolítico, o conflito no Oriente Médio se intensificou, com avanço de grupos rebeldes sobre novos territórios e o fechamento temporário de um importante oleoduto, o que ajudou a elevar o preço do petróleo, mesmo com o fluxo da região já praticamente normalizado.

Comentários do gestor

A Filosofia de Investimentos da Fundação Copel está fundamentada em pilares como horizonte de longo prazo, diversificação, foco na alocação estratégica, gestão ativa e gestão baseada na visão do portfólio total. Esses princípios norteiam a construção dos portfólios dos seis planos administrados pela entidade, de diferentes modalidades e características, necessidades e objetivos de risco e retorno específicos.

Ativos de investimentos
que administramos

(Data base: 09/2026)

Patrimônio de ativos de investimentos da Fundação Copel

Inclui Plano de Gestão Administrativa, Plano Pecúlio e Prosaúde II e III

Selo

Selo Autorregulação Governança de Investimentos

O Selo Autorregulação Governança de Investimentos da Abrapp reconhece entidades de previdência complementar que adotam práticas de governança sólidas em seus investimentos, garantindo transparência e eficácia na gestão dos recursos dos participantes.

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