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julho - 2026

Análise dos cenários Econômicos

Nacional

Nacional

 

No Brasil, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, como esperado, e deixou aberta a possibilidade de novo corte na próxima reunião, mas segue atento à inflação, que ainda pressiona os preços de serviços. A economia mostrou sinais de desaceleração desde o segundo trimestre, o que levou a novas revisões para baixo nas projeções de crescimento do PIB de 2026. O emprego ficou estável, mas a inadimplência aumentou. No campo político, o debate sobre o fim da escala 6×1 avançou um pouco no Senado, mas a votação antes das eleições segue improvável, e as pesquisas mostraram um cenário de maior competitividade para o pleito de outubro. Na bolsa, o mês teve dois momentos: na primeira quinzena, a saída de investidores estrangeiros pesou, e na segunda metade houve recuperação, com a alta do petróleo e o cenário eleitoral mais equilibrado. Com isso, o Ibovespa, encerrou agosto com queda de 0,33%. No acumulado de 2026, segue positivo, com alta de 10,11%.

Internacional

Internacional

 

Em agosto de 2026, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Kevin Warsh, adotou um tom mais duro e disse que combater a inflação é a prioridade. Ele indicou que os juros podem subir em breve se a inflação não melhorar, e o próximo dado de inflação será decisivo para a decisão de setembro. Essa fala, junto com o alto endividamento do governo americano, fez os juros de longo prazo subirem, e o Tesouro dos EUA agiu para tentar conter o movimento. O petróleo subiu cerca de 7% no mês, com o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, incluindo novas sanções e trocas de ataques. A economia americana seguiu saudável, com criação de empregos abaixo do esperado, mas com consumo e investimentos firmes, e a bolsa dos EUA subiu, puxada pelas empresas de tecnologia. Na Zona do Euro, a economia seguiu resistindo bem e a inflação deu um pequeno alívio. Na China, o crescimento continuou moderado, com sinais de que o governo pode aumentar seus gastos nos próximos meses.

Comentários do gestor

A Filosofia de Investimentos da Fundação Copel está fundamentada em pilares como horizonte de longo prazo, diversificação, foco na alocação estratégica, gestão ativa e gestão baseada na visão do portfólio total. Esses princípios norteiam a construção dos portfólios dos seis planos administrados pela entidade, de diferentes modalidades e características, necessidades e objetivos de risco e retorno específicos.

Ativos de investimentos
que administramos

(Data base: 07/2026)

Patrimônio de ativos de investimentos da Fundação Copel

Inclui Plano de Gestão Administrativa, Plano Pecúlio e Prosaúde II e III

Selo

Selo Autorregulação Governança de Investimentos

O Selo Autorregulação Governança de Investimentos da Abrapp reconhece entidades de previdência complementar que adotam práticas de governança sólidas em seus investimentos, garantindo transparência e eficácia na gestão dos recursos dos participantes.

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